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A operação Lava Jato, da Polícia Federal, investiga o esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas
A operação Lava Jato, da Polícia Federal, promove investigação que visa apurar o esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas de grupo sob suspeita de ter ligações com políticos e ex-dirigente da Petrobras.
Deflagrada no dia 17 de março de 2014, desmontou um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Segundo autoridades policiais, o esquema movimentou cerca de R$ 10 Bilhões. A Polícia Federal informa que as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio. A polícia afirmou que os suspeitos eram responsáveis pela movimentação financeira e pela lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas em diferentes crimes.
Tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas e desvios de recursos públicos estão entre os delitos cometidos pelos supostos “clientes” do esquema. Locais
A operação foi dividida em duas fases, na primeira foram executados mandados de prisão e de busca e apreensão em Curitiba (PR) e outras 16 cidades paranaenses.
São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso, foram os outros estados que os agentes federais também cumpriram ordens judiciais.
Em 11 de abril, a Polícia Federal pôs em ação a segunda etapa da operação Lava Jato, cumprindo cumprimento de 16 mandados de busca, quatro de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a acompanhar os policiais até uma unidade policial para prestar esclarecimentos).
Na ocasião, os policiais federais recolheram documentos na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. Envolvidos A Lava Jato prendeu, entre outros envolvidos, o ex-diretor de serviços da Petrobrás, Renato Duque, o doleiro paranaense Alberto Youssef, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, suspeito de receber propina do esquema de corrupção.
Os presos em regime de prisão preventiva são: Eduardo Hermelino Leite, da Construtora Camargo Correa; José Ricardo Nogueira Breghirolli, da OAS; Agenor Franklin Magalhães Medeiros, da OAS; Sergio Cunha Mendes, da Mendes Júnior; Gerson de Mello Almada, da Engevix; Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia. Estão em prisão temporária, Dalton dos Santos Avancini, da
Construtora Camargo Correa; João Ricardo Auler, da Construtora Camargo Correa; Mateus Coutinho de Sá Oliveira, da OAS; Alexandre Portela Barbosa, da OAS; José Aldemário Pinheiro Filho, da OAS Ednaldo Alves da Silva, da UTC; Carlos Eduardo Strauch Albero, da Engevix; Newton Prado Júnior, da Engevix; Otto Garrido Sparenberg, da IESA; Valdir Lima Carreiro, da IESA; Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC; Walmir Pinheiro Santana, da UTC; Othon Zanoide de Moraes Filho, da
Queiroz Galvão; Ildefonso Colares Filho, da Queiroz Galvão; Jayme Alves de Oliveira Filho, subordinado de Alberto Youssef; Adarico Negromonte Filho, subordinado de Alberto Youssef; Carlos Alberto da Costa Siva, emissário das empreiteiras; Renato de Souza Duque, ex-diretor da Petrobrás; Fernando Antonio Falcão Soares, lobista.
Segundo autoridades policiais, o esquema movimentou cerca de R$ 10 Bilhões. A Polícia Federal informa que as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio. A polícia afirmou que os suspeitos eram responsáveis pela movimentação financeira e pela lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas em diferentes crimes.
Tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas e desvios de recursos públicos estão entre os delitos cometidos pelos supostos “clientes” do esquema. Locais
A operação foi dividida em duas fases, na primeira foram executados mandados de prisão e de busca e apreensão em Curitiba (PR) e outras 16 cidades paranaenses.
São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso, foram os outros estados que os agentes federais também cumpriram ordens judiciais.
Em 11 de abril, a Polícia Federal pôs em ação a segunda etapa da operação Lava Jato, cumprindo cumprimento de 16 mandados de busca, quatro de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a acompanhar os policiais até uma unidade policial para prestar esclarecimentos).
Na ocasião, os policiais federais recolheram documentos na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. Envolvidos A Lava Jato prendeu, entre outros envolvidos, o ex-diretor de serviços da Petrobrás, Renato Duque, o doleiro paranaense Alberto Youssef, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, suspeito de receber propina do esquema de corrupção.
Os presos em regime de prisão preventiva são: Eduardo Hermelino Leite, da Construtora Camargo Correa; José Ricardo Nogueira Breghirolli, da OAS; Agenor Franklin Magalhães Medeiros, da OAS; Sergio Cunha Mendes, da Mendes Júnior; Gerson de Mello Almada, da Engevix; Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia. Estão em prisão temporária, Dalton dos Santos Avancini, da
Construtora Camargo Correa; João Ricardo Auler, da Construtora Camargo Correa; Mateus Coutinho de Sá Oliveira, da OAS; Alexandre Portela Barbosa, da OAS; José Aldemário Pinheiro Filho, da OAS Ednaldo Alves da Silva, da UTC; Carlos Eduardo Strauch Albero, da Engevix; Newton Prado Júnior, da Engevix; Otto Garrido Sparenberg, da IESA; Valdir Lima Carreiro, da IESA; Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC; Walmir Pinheiro Santana, da UTC; Othon Zanoide de Moraes Filho, da
Queiroz Galvão; Ildefonso Colares Filho, da Queiroz Galvão; Jayme Alves de Oliveira Filho, subordinado de Alberto Youssef; Adarico Negromonte Filho, subordinado de Alberto Youssef; Carlos Alberto da Costa Siva, emissário das empreiteiras; Renato de Souza Duque, ex-diretor da Petrobrás; Fernando Antonio Falcão Soares, lobista.
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