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Vice governadora Izolda diz que a gestão terá atenção redobrada em gastos com funcionalismo.
Governo de Camilo começará com arrocho em gastos e formação de caixa
Governo está em situação confortável quanto a endividamentos, mas terá atenção especial com despesas com pessoalO governador eleito do Ceará, Camilo Santana (PT), começou a transição estadual optando por cautela e controle no orçamento estadual no início de seu governo, a partir de 2015. Esse foi o resultado das primeiras reuniões de transição, realizada nesta terça-feira (18), no Palácio da Abolição. A vice-governadora eleita, Izolda Cela (Pros), afirmou que esse “alerta de atenção” no orçamento estadual está relacionado à queda em repasses federais
“A diminuição de transferências do Governo Federal tem sido muito significativa para o orçamento de estados e municípios. É claro que uma nova gestão se inicia com todo aquele alerta de atenção, de controle, de fazer caixa. Essas são as tarefas que já anunciam e que são esperadas mesmo para um estado que tem uma estabilidade financeira”, disse.
Camilo reunido com equipe de transição e técnicos do governo estadual (foto: Divulgação)
A primeira reunião de transição do governo estadual envolveu as secretarias de Planejamento e Gestão (Seplag), Fazenda (Sefaz) e Controladoria Geral do Estado (CGE). Camilo coordenou os trabalhos, ao lado de sua equipe de transição, composta por seu pai, Eudoro Santana, o deputado estadual Mauro Filho, o presidente do Pros, Danilo Serpa, e o secretário adjunto da Seplag, Carlos Eduardo Sobreira.
Gastos com pessoal
Um dos itens diagnosticados na primeira reunião de transição foi a rubrica despesas com pessoal. Segundo Izolda, houve aumento de gastos do estado, nos últimos anos, com pagamento de salários e outros direitos a servidores públicos, através de novas contratações e aumentos salariais. Por isso, segundo a vice-governadora eleita, a gestão terá atenção redobrada com esse tipo de gasto. “Tudo isso tem um preço […] Muito certamente, aumento de despesas nessa área, somente aquelas estritamente exigidas e controladas”.
O nível de endividamento do estado, com empréstimos para financiamento de projetos, também foi discutido no encontro. Segundo Mauro Filho, ex-secretário da Fazenda, a posição do Ceará é confortável nesta área, pois o estado ainda possui larga para margem para empréstimos. “De 200% da receita corrente líquida, que é o limite legal, o Ceará tem contratado 34%. Anualmente, o estado paga 700 milhões de reais de empréstimos, de um orçamento total de 23 bilhões de reais”.
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