BBB Luan diz que já matou um homem
Logo na primeira noite de confinamento, o "BBB" Luan Patrício, de 23 anos, revelou durante um bate-papo entre os colegas de confinamento que matou um homem em uma troca de tiros no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. Na época, em 2010, ele servia ao Exército, que tinha ocupado a região. Surpresa com a notícia, a mãe do brother, Kátia dos Santos, amenizou a situação e disse que era "uma questão de defesa".
— Eu não sabia, tomei conhecimento quando ele falou dentro da casa. Levei um susto, fiquei surpresa e pensando no risco que ele correu. Mas, ou ele matava, ou morria. O próprio superior dele falou que o Luan precisava se defender. Era a obrigação dele como militar. Meu filho não fez nada de ilegal
— defendeu. Segundo Kátia dos Santos, na ocasião, Luan não contou a ela sobre o caso porque estava internada no Centro de Tratamento Intensivo, após sofrer três AVCs. Ele foi chamado para participar da operação no Alemão enquanto ela estava no hospital.
— Imagino que ele não tenha me contado nada por causa do meu estado de saúde, que era muito grave. Se ele me contasse, eu morreria. Depois desse caso, Luan solicitou ir para o serviço burocrático e os superiores aceitaram. Assim, saía daquela situação de risco e tinha tempo de cuidar de mim.
Mas não demorou muito para pedir dispensa definitiva, que foi aceita. O risco de reviver uma situação semelhante era grande. Luan é gerente operacional de um salão de beleza em Curicica, na Zona Oeste do Rio, e serviu ao Exército por dois anos. Ele vive com a mãe, que sofre de insuficiência renal crônica, em Mesquita.
— Eu não sabia, tomei conhecimento quando ele falou dentro da casa. Levei um susto, fiquei surpresa e pensando no risco que ele correu. Mas, ou ele matava, ou morria. O próprio superior dele falou que o Luan precisava se defender. Era a obrigação dele como militar. Meu filho não fez nada de ilegal
— defendeu. Segundo Kátia dos Santos, na ocasião, Luan não contou a ela sobre o caso porque estava internada no Centro de Tratamento Intensivo, após sofrer três AVCs. Ele foi chamado para participar da operação no Alemão enquanto ela estava no hospital.
— Imagino que ele não tenha me contado nada por causa do meu estado de saúde, que era muito grave. Se ele me contasse, eu morreria. Depois desse caso, Luan solicitou ir para o serviço burocrático e os superiores aceitaram. Assim, saía daquela situação de risco e tinha tempo de cuidar de mim.
Mas não demorou muito para pedir dispensa definitiva, que foi aceita. O risco de reviver uma situação semelhante era grande. Luan é gerente operacional de um salão de beleza em Curicica, na Zona Oeste do Rio, e serviu ao Exército por dois anos. Ele vive com a mãe, que sofre de insuficiência renal crônica, em Mesquita.
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