Artesãs garantem renda extra com a comercialização de coroa de flores
Dia
2 de novembro é celebrado o Dia de Finados. A data é um momento de
respeito, dedicado para que as famílias celebrem a vida eterna dos seus
entes falecidos. A ocasião significa, também, uma renda extra para
algumas famílias que trabalham na produção das tradicionais coroas de
flores, que são comercializadas no intuito de homenagear os entes
queridos. No centro de Sobral encontramos vários pontos de vendas das
coroas de flores, famílias trabalhando unidas na produção de objetos tão
delicados.
De cores variadas, elas são feitas de flores artificiais, papel crepom, plástico, glitter e tintas coloridas. Tudo é muito bem utilizado pelas mãos das habilidosas artesãs e o resultado são peças delicadas que enchem os olhos de quem passa pela rua.
Dona Maria das Graças é uma das artesãs e trabalha com a produção de coroas há 35 anos. “Tudo começou por conta da necessidade, por fome mesmo. E, hoje em dia, quando chega nessa época do ano, toda a família se envolve neste trabalho”, conta a comerciante que, todos os dias, tira o sustento da família vendendo sopa.
Os modelos e os preços são variados para todos os gostos e bolsos. “Aqui a gente tem coroa de todos os preços e modelos e o movimento é ótimo, conseguimos vender tudo e não sobra quase nada. Aqui eu consigo vender na faixa de umas 500 coroas”, conta a dona de casa Vera Lúcia.
O trabalho das artesãs é tradicional, passado de geração para geração. “Trabalhamos com isso desde os 12 anos de idade. Aqui são várias pessoas trabalhando e vendendo, várias famílias. Começamos a produção em junho e segue até o Dia de Finados”, explica Benedita Nascimento Santos, prima de Vera Lúcia.
Apesar da renda extra neste período, as artesãs passam dificuldades para realizar o trabalho, dentre elas, a falta de dinheiro para investir e a falta de apoio dos órgãos públicos. “A dificuldade é grande, pois falta dinheiro pra comprar material e não recebemos incentivo nenhum. Até para vendermos aqui é uma dificuldade, pois a Prefeitura libera poucos dias as nossas barracas aqui. Se fossem liberados mais dias, com certeza, venderíamos mais”, reclama Dona Maria das Graças.
A expetativa das artesãs é que as vendas superem as do ano passado. “Apesar de ter muita gente fabricando e vendendo as coroas, esperamos vender tudo este ano”, diz, esperançosa, a dona de casa Benedita Nascimento.
De cores variadas, elas são feitas de flores artificiais, papel crepom, plástico, glitter e tintas coloridas. Tudo é muito bem utilizado pelas mãos das habilidosas artesãs e o resultado são peças delicadas que enchem os olhos de quem passa pela rua.
Dona Maria das Graças é uma das artesãs e trabalha com a produção de coroas há 35 anos. “Tudo começou por conta da necessidade, por fome mesmo. E, hoje em dia, quando chega nessa época do ano, toda a família se envolve neste trabalho”, conta a comerciante que, todos os dias, tira o sustento da família vendendo sopa.
Os modelos e os preços são variados para todos os gostos e bolsos. “Aqui a gente tem coroa de todos os preços e modelos e o movimento é ótimo, conseguimos vender tudo e não sobra quase nada. Aqui eu consigo vender na faixa de umas 500 coroas”, conta a dona de casa Vera Lúcia.
O trabalho das artesãs é tradicional, passado de geração para geração. “Trabalhamos com isso desde os 12 anos de idade. Aqui são várias pessoas trabalhando e vendendo, várias famílias. Começamos a produção em junho e segue até o Dia de Finados”, explica Benedita Nascimento Santos, prima de Vera Lúcia.
Apesar da renda extra neste período, as artesãs passam dificuldades para realizar o trabalho, dentre elas, a falta de dinheiro para investir e a falta de apoio dos órgãos públicos. “A dificuldade é grande, pois falta dinheiro pra comprar material e não recebemos incentivo nenhum. Até para vendermos aqui é uma dificuldade, pois a Prefeitura libera poucos dias as nossas barracas aqui. Se fossem liberados mais dias, com certeza, venderíamos mais”, reclama Dona Maria das Graças.
A expetativa das artesãs é que as vendas superem as do ano passado. “Apesar de ter muita gente fabricando e vendendo as coroas, esperamos vender tudo este ano”, diz, esperançosa, a dona de casa Benedita Nascimento.
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