Como fazer chegadinha, sabor de infância que resiste ao tempo
De longe vem o som metálico do triângulo que é tocado por uma pequena varinha do mesmo material. O vendedor carrega nas costas um cilindro de alumínio, de onde saem várias folhinhas morenas, quase queimadas. São as conhecidas chegadinhas. O doce, que é a cara da infância, hoje é uma opção atrativa para quem deseja ter o seu próprio negócio.
Atualmente as chegadinhas contam até com entrega em domicílio. Você liga, faz o pedido e recebe em casa o produto pronto para ser usado. Isso vem sendo uma estratégia bastante utilizada por aqueles que desejam empreender.
Eranildo Cordeiro é uma dessas pessoas que viu na fabricação desta tradicional iguaria uma forma de ganhar dinheiro e ter o tão sonhado negócio próprio. Depois de vir de Itatira, a 176 km de Fortaleza, ele conseguiu um emprego de carteira assinada. Através de um primo conheceu a chegadinha e resolveu entrar no mesmo ramo.
Decidiu fazer diferente, não queria apenas vender, queria fabricar também, então deixou o trabalho e resolveu ser o seu próprio chefe. Decidiu então comprar o maquinário para fabricar os finos biscoitos em casa mesmo. Ele conta que foi a melhor decisão que teve na vida.
“Trabalhar com o que você gosta é muito bom, eu comprei as máquinas, os ingredientes e comecei a fazer as chegadinhas, hoje já tenho um grande público fiel. Eles me ligam e vou de moto deixar. Também fico rodando pela cidade vendendo e como manda a tradição, pego o triângulo, a caixa e vou tocando, estou nisso há 23 anos”.
Em domicílioAlém de atender aos clientes nas ruas e entregando em domicílio, Eranildo também atende a festas de aniversários e outros eventos, mas o seu grande lucro vem mesmo das entregas nas casas e do boca a boca. Um jeito simples e informal. “Já atendi a muitas festas de aniversários, de eventos de crianças, mas o retorno maior mesmo vem das minhas entregas e das vendas na rua”.
Usando fécula de mandioca, farinha de trigo, açúcar e água para fazer as chegadinhas, Eranildo conta que o retorno financeiro para ele já veio e quem em breve pretende comprar novas máquinas e no futuro montar uma fábrica maior para fazer chegadinhas e outros doces.“Eu não vou sair desse ramo, assim que conseguir o dinheiro vou comprar novas máquinas e investir mais fundo, pois tiro o meu sustento e da minha família disso tudo. Me dá mais lucro do que ter o emprego que eu tinha.”
Eranildo Cordeiro é uma dessas pessoas que viu na fabricação desta tradicional iguaria uma forma de ganhar dinheiro e ter o tão sonhado negócio próprio. Depois de vir de Itatira, a 176 km de Fortaleza, ele conseguiu um emprego de carteira assinada. Através de um primo conheceu a chegadinha e resolveu entrar no mesmo ramo.
Decidiu fazer diferente, não queria apenas vender, queria fabricar também, então deixou o trabalho e resolveu ser o seu próprio chefe. Decidiu então comprar o maquinário para fabricar os finos biscoitos em casa mesmo. Ele conta que foi a melhor decisão que teve na vida.
“Trabalhar com o que você gosta é muito bom, eu comprei as máquinas, os ingredientes e comecei a fazer as chegadinhas, hoje já tenho um grande público fiel. Eles me ligam e vou de moto deixar. Também fico rodando pela cidade vendendo e como manda a tradição, pego o triângulo, a caixa e vou tocando, estou nisso há 23 anos”.
Em domicílioAlém de atender aos clientes nas ruas e entregando em domicílio, Eranildo também atende a festas de aniversários e outros eventos, mas o seu grande lucro vem mesmo das entregas nas casas e do boca a boca. Um jeito simples e informal. “Já atendi a muitas festas de aniversários, de eventos de crianças, mas o retorno maior mesmo vem das minhas entregas e das vendas na rua”.
Usando fécula de mandioca, farinha de trigo, açúcar e água para fazer as chegadinhas, Eranildo conta que o retorno financeiro para ele já veio e quem em breve pretende comprar novas máquinas e no futuro montar uma fábrica maior para fazer chegadinhas e outros doces.“Eu não vou sair desse ramo, assim que conseguir o dinheiro vou comprar novas máquinas e investir mais fundo, pois tiro o meu sustento e da minha família disso tudo. Me dá mais lucro do que ter o emprego que eu tinha.”
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