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Polícia identifica suspeito de matar turista italiana e corpo continua no IML de Sobral
A Polícia Civil já identificou o suspeito de ter matado a turista italiana Gaia Molinari, de 29 anos, que foi encontrada estrangulada, na tarde da última quinta-feira, 25, na cidade de Jijoca de Jericoacoara, a 295 km de Fortaleza. Entretanto, até o fechamento desta matéria, ninguém havia sido preso ou detido.

O possível autor do crime foi apontado após o depoimento de algumas testemunhas que estiveram com Gaia horas antes de a turista desaparecer. Eles foram trazidos para a Capital, na noite de sexta-feira, 26, em viaturas de Polícia Militar, mas apenas na condição de testemunhas.
A “carona” dada pela Polícia teria ocorrido mediante a dificuldade de transporte enfrentada pelos depoentes, sendo alguns deles nativos daquela região.
Já na manhã de ontem, equipes da Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur) foram deslocadas até Jericoacoara para colher mais informações sobre o caso. O POVO apurou que a Polícia ainda não tem uma linha de investigação específica para o assassinato, já que a possibilidade de latrocínio está praticamente descartada, pois nenhum objeto de valor teria sido levado da vítima.
Já o resultado do exame que identificará se Gaia foi vítima de crime sexual ainda não ficou pronto. Em nota oficial, a Polícia Civil afirmou neste sábado que um homem apontado como suspeito chegou a passar por exames na Perícia Forense do Ceará (Pefoce), mas o resultado não foi suficiente para sustentar um pedido de prisão em flagrante.
Ainda segundo informações da Polícia Civil, Gaia Molinari estava em São Paulo e chegou a Fortaleza no último dia 16, a passeio. Ela ficou hospedada em um albergue, onde conheceu uma farmacêutica carioca, também turista. As duas viajaram juntas para Jericoacoara, no dia 21, e pretendiam retornar na véspera de Natal. Porém, apenas a carioca embarcou no ônibus da volta.
A turista italiana foi encontrada por um casal que passava por uma trilha na localidade de Serrote, considerada uma Área de Preservação Ambiental (APA), que é rota de acesso para a Pedra Furada, ponto turístico de Jericoacoara. Ela apresentava sinais de esganadura e lesões no rosto e no corpo. Informações publicadas no perfil de Gaia Molinari no Facebook dão conta de que ela residia em Paris (França), mas era natural de Piacentina, na região Norte da Itália. (Thiago Paiva)
O possível autor do crime foi apontado após o depoimento de algumas testemunhas que estiveram com Gaia horas antes de a turista desaparecer. Eles foram trazidos para a Capital, na noite de sexta-feira, 26, em viaturas de Polícia Militar, mas apenas na condição de testemunhas.
A “carona” dada pela Polícia teria ocorrido mediante a dificuldade de transporte enfrentada pelos depoentes, sendo alguns deles nativos daquela região.
Já na manhã de ontem, equipes da Delegacia de Proteção ao Turista (Deprotur) foram deslocadas até Jericoacoara para colher mais informações sobre o caso. O POVO apurou que a Polícia ainda não tem uma linha de investigação específica para o assassinato, já que a possibilidade de latrocínio está praticamente descartada, pois nenhum objeto de valor teria sido levado da vítima.
Já o resultado do exame que identificará se Gaia foi vítima de crime sexual ainda não ficou pronto. Em nota oficial, a Polícia Civil afirmou neste sábado que um homem apontado como suspeito chegou a passar por exames na Perícia Forense do Ceará (Pefoce), mas o resultado não foi suficiente para sustentar um pedido de prisão em flagrante.
Ainda segundo informações da Polícia Civil, Gaia Molinari estava em São Paulo e chegou a Fortaleza no último dia 16, a passeio. Ela ficou hospedada em um albergue, onde conheceu uma farmacêutica carioca, também turista. As duas viajaram juntas para Jericoacoara, no dia 21, e pretendiam retornar na véspera de Natal. Porém, apenas a carioca embarcou no ônibus da volta.
A turista italiana foi encontrada por um casal que passava por uma trilha na localidade de Serrote, considerada uma Área de Preservação Ambiental (APA), que é rota de acesso para a Pedra Furada, ponto turístico de Jericoacoara. Ela apresentava sinais de esganadura e lesões no rosto e no corpo. Informações publicadas no perfil de Gaia Molinari no Facebook dão conta de que ela residia em Paris (França), mas era natural de Piacentina, na região Norte da Itália. (Thiago Paiva)
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