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Três policiais militares são assassinados na Região Metropolitana do Rio
Parentes e colegas de farda do subtentente reformado da Polícia Militar Jorge da Costa Serrão, de 55 anos, fizeram um protesto durante o velório dele, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio, nesta segunda-feira. Numa faixa, eles escreveram uma mensagem endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão e ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame pedindo que sejam feitas operações à procura de assassinos de policiais - somente no sábado, foram três mortes no Rio e na Baixada Fluminense, entre elas a de Jorge. Os crimes aconteceram num intervalo de menos de três horas.
- Ele era um exemplo de vida. Foi um pai para mim. Espero que a justiça seja feita. O Jorge estava reformado havia dois dias e já havia planejado uma viagem para Manaus com a família. Infelizmente, não houve tempo para isso - disse Davi Nogueira de Azevedo, cunhado da vítima.
Jorge foi vítima de uma tentativa de assalto na Rua Lajedo, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, perto de sua casa. Ele trabalhou durante 32 anos na PM e sua última passagem foi no 21º BPM (São João de Meriti).
Os outros policiais mortos no sábado foram o subtenente Jorge Henrique Xavier e o soldado soldado Diego Santos. Jorge Henrique foi assassinado quando chegava em casa, no município de Magé, na Baixada. Bandidos abriram fogo contra ele e dispararam mais de 15 tiros.
Já Diego era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Turano e foi morto em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, também na Baixada, numa suposta tentativa de assalto. Ele estava com o irmão, Diogo Santos de Oliveira e reagiu à abordagem. Os dois foram baleados e morreram. Na ocasião, o menino Diogo Cardoso Peçanha, de apenas 2 anos, foi atingido por uma bala perdida no peito. Ele está internado em estado grave. Os bandidos fugiram mas já foram identificados.
- Ele era um exemplo de vida. Foi um pai para mim. Espero que a justiça seja feita. O Jorge estava reformado havia dois dias e já havia planejado uma viagem para Manaus com a família. Infelizmente, não houve tempo para isso - disse Davi Nogueira de Azevedo, cunhado da vítima.
Jorge foi vítima de uma tentativa de assalto na Rua Lajedo, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio, perto de sua casa. Ele trabalhou durante 32 anos na PM e sua última passagem foi no 21º BPM (São João de Meriti).
Os outros policiais mortos no sábado foram o subtenente Jorge Henrique Xavier e o soldado soldado Diego Santos. Jorge Henrique foi assassinado quando chegava em casa, no município de Magé, na Baixada. Bandidos abriram fogo contra ele e dispararam mais de 15 tiros.
Já Diego era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Turano e foi morto em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, também na Baixada, numa suposta tentativa de assalto. Ele estava com o irmão, Diogo Santos de Oliveira e reagiu à abordagem. Os dois foram baleados e morreram. Na ocasião, o menino Diogo Cardoso Peçanha, de apenas 2 anos, foi atingido por uma bala perdida no peito. Ele está internado em estado grave. Os bandidos fugiram mas já foram identificados.
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